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Certo, errado, verdadeiro, falso

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Livros, jornais e revistas. Emissoras de TV e rádio com noticiários durante todo o dia. Google, Wikipedia, portais de notícias, blogs, Twitter, Orkut, Facebook, mais dezenas de e-mails que trazem anexos. E tudo isso é apenas parte dos canais que trazem informação de diferentes fontes.

Neste excesso, como separar a informação correta de todas as bobagens que circulam por aí?

O melhor modo é utilizar o pensamento crítico, uma das principais razões de o Ciensinando ter começado.

Pensar criticamente é compreender, avaliar e apresentar raciocínios e argumentos, pensando por si próprio.

O primeiro problema que afasta as pessoas desse conceito é a compreensão limitada das palavras críticocrítica. Ambas têm vários sentidos, mas quase sempre crítico é aquele que aponta defeitos e faz análises negativas, e crítica é qualquer avaliação desfavorável. Esse desentendimento é resolvido com a consulta a um dicionário:

CRÍTICO
1. Que encerra crítica, análise, julgamento; que analisa (obra, atitude, evento) segundo certos critériosLançou-lhe um olhar crítico, analítico: um ensaio crítico sobre a obra.
2. Que é capaz de distinguir com competência o verdadeiro do falso, o bom do mau, etc.:Seu senso crítico o ajuda a tomar as decisões certas.
3. Que envolve perigo ou riscos: O navio passou por situação crítica em alto-mar.
4. Profissional que faz crítica literária, musical etc.: Os críticos elogiaram a peça.
5. Quem aponta defeitos, falhas etc.: Os críticos do governo foram severos.

Os dois primeiros itens resumem o sentido da palavra: “ser crítico” é saber analisar. Mas e a palavra “crítica”?

CRÍTICA
1. Análise para avaliação qualitativa de algoResolveu submeter os originais à crítica do amigo.
2. Atividade de apreciar e avaliar obra artística, científica, etc. (crítica literária, crítica musical)
3. O conjunto daqueles que exercem a crítica: A crítica foi unânime: todos elogiaram a obra.
4. (Popular) Avaliação desfavorável: Seu comportamento foi alvo da crítica de todos.

“Crítica” também é um meio de se analisar algo e não é necessariamente ruim. Logo, pensar criticamente é refletir sobre os argumentos e ideias apresentados em cada situação.

Fonte: Vestibular e Educação - G1

Exemplo: A questão ao lado, doENADE 2009 (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), pedia que os alunos avaliassem críticas feitas pela imprensa ao presidente Lula. A pergunta foi anulada após muita polêmica na mídia, com a justificativa pelos organizadores de haver problemas de formulação no texto.

Agora responda: ao ler a questão e as respostas de cada alternativa, você acha que houve mesmo algum “problema de formulação na questão”? Ou os responsáveis pelo ENADE preferiram abafar o caso evitando uma discussão sobre propaganda política numa prova oficial?

Pensar criticamente traz uma vantagem: ao avaliar ideias e argumentos, dificilmente se é manipulado pela quantidade absurda de informação que encontramos todos os dias.

Não é uma tarefa fácil, mas sua prática constante é sem dúvida o melhor meio de se tornar consciente em relação ao mundo em que se vive.

E se ainda restou alguma dúvida, não se preocupem: esse é um texto introdutório e o pensamento crítico será um dos assuntos mais abordados nesse espaço. A riqueza de exemplos fará com que todos entendam como ele funciona e como usá-lo no dia a dia.

 

fonte: Ciensinando

 

O PT e o centenário de Tancredo

A ausência do PT nas celebrações, promovidas pelo Senado na quarta-feira, pelo centenário de Tancredo Neves, guarda coerência com a história do partido.

Embora hoje sustente o contrário, o PT foi beneficiário, mas não protagonista (em alguns momentos, nem coadjuvante) do processo de redemocratização.

Chegou a combater algumas de suas iniciativas, como a candidatura do próprio Tancredo Neves à Presidência pelo colégio eleitoral, em 1984. Além de não apoiá-lo – considerando que tanto fazia elegê-lo como a Paulo Maluf -, expulsou três de seus deputados (Beth Mendes, José Eudes e Airton Soares) que decidiram sufragá-lo.

Quando da promulgação da Constituição de 88, anunciou que não a assinaria, por achá-la conservadora. E só o fez, sob protesto, por instâncias de Ulysses Guimarães, que pedia uma chance para aquele momento que se inaugurava.

Mesmo na campanha das diretas – e isso é fato histórico -, não estava na sua gênese. Incorporou-se à campanha quando já estava nas ruas e atraía multidões.

Não obstante, todas essas iniciativas, de que manteve asséptica distância, o beneficiaram, deram-lhe visibilidade. Mas o partido sustentava que não lhe era conveniente manter proximidade de políticos tradicionais, como Franco Montoro, Leonel Brizola, Tancredo Neves ou Ulysses Guimarães. Considerava-os, sem distinção ideológica, farinhas do mesmo saco.

A política deles era promíscua, enquanto a do PT guiava-se por paradigmas de pureza. Lula desdenhava do trabalhismo varguista, de Brizola, considerando-o superado e de índole pelega. O seu era diferente, moderno, distanciado do Estado.

Recusou alianças e manteve-se, até chegar ao poder, numa redoma de impenetrável sacralidade. Recusou todas as frentes oposicionistas que se armaram para enfraquecer o último governo militar, do general João Figueiredo, o que suscitou suspeitas de que agia sob a inspiração do estrategista do regime, general Golbery.

O partido esteve na linha de frente do impeachment de Collor, mas recusou integrar o governo Itamar, expulsando Luiza Erundina, por tê-lo aceito.

Expulsaria mais tarde, em 1996, o deputado Eduardo Jorge, por ter votado a favor da CPMF, que o partido então combatia, mas que Lula, na Presidência, considerou imprescindível para governar o país. Só não expulsou os mensaleiros e aloprados.

A primeira aliança admitida foi com Leonel Brizola, que, embora com muito mais bagagem e história, se submeteu a ser vice na chapa de Lula, em 1998.

Na eleição anterior, o PT recusara convite de Fernando Henrique para figurar na sua chapa como vice, o que lhe abriria espaço para sucedê-lo e consolidar uma aliança progressista que dizia desejar. Preferiu, porém, combater o Plano Real, empurrar o PSDB para uma aliança conservadora com o PFL e continuar marchando sozinho, contra tudo e todos.

Ao finalmente se eleger, em 2002, incorporou-se ao “mesmo saco” das farinhas que execrara. Buscou alianças conservadoras com o PMDB, PL (hoje, PRB, do vice José Alencar), PTB et caterva.

Criticava o neoliberalismo dos tucanos, mas buscara o seu vice no Partido Liberal. Criticava a política monetarista do Banco Central, mas escolheu um banqueiro tucano, Henrique Meirelles, para presidi-lo.

Condenava a política assistencialista da Bolsa Educação e dos vale-gás e vale-alimentação, mas incorporou-as sob o rótulo Bolsa Família, que se transformaria no carro-chefe de seus dois governos.

Lula depois esclareceria, algo que antes não se percebera: que era (é) uma “metamorfose ambulante”. Mas, embora mostre sintonia com o que há de mais condenável nas tradições políticas nacionais, insiste em que refundou o Brasil, idéia que, sob o bordão “nunca antes neste país”, permeia a quase totalidade de seus discursos.

Ao revogar tudo o que se fez, de Cabral (o Pedro Alvarez, não o Sérgio) a FHC, não há mesmo por que celebrar o centenário de Tancredo, algo que, para os petistas, equivale a uma peça de ficção.

O Brasil petista começa com Lula e prossegue com Dilma. Apossa-se do que de bom produziu o Brasil anterior, sonegando-lhe a autoria, e atribui o que há de ruim, inclusive o produzido sob sua égide, aos antepassados. Vale-se do desconhecimento que o povo tem da história, recente e remota, para convencê-lo de sua encenação.

Pior: consegue.

 

fonte: blog do noblat

 

Descoberta antimatéria que cria nova tabela periódica

Um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira, conseguiu a primeira evidência experimental de que núcleos atômicos compostos de antimatéria podem ser produzidos pela colisão de íons de ouro em alta energia.

A capacidade para formar em abundância essas partículas exóticas, segundo os autores, poderá ser fundamental para por a prova aspectos fundamentais da física nuclear, da astrofísica e da cosmologia.

Produção de antimatéria

O experimento, realizado pela Colaboração Star - que reúne 584 cientistas de 54 instituições em 12 países diferentes - foi produzido no Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, na sigla em inglês), localizado nos Estados Unidos.

Segundo Alejandro Szanto Toledo, físico da USP e coautor do estudo, o artigo descreveu a primeira observação da formação de um anti-hipernúcleo.

De acordo com Toledo, uma colisão de íons pesados em alta energia, como a que foi produzida no RHIC, gera uma grande quantidade de partículas. Em tese, quando a energia é suficiente para atingir uma transição de fase, são geradas também as antipartículas.

"Essas antipartículas são submetidas à coalescência - um processo análogo à condensação - e algumas delas podem agregar, por exemplo, dois antinêutrons e um antipróton, formando um antitrítio - isto é, um núcleo de antimatéria correspondente ao do átomo de trítio - o isótopo do hidrogênio que possui dois nêutrons e um próton", disse Toledo.

Fora da Tabela Periódica

O experimento, segundo o professor, formou hádrons - partículas formadas por quarks, como os prótons e nêutrons - que possuem um chamado quark estranho, formando o chamado hipernúcleo. No modelo padrão da física de partículas, o quark estranho é aquele que possui o novo número quântico conhecido como "estranheza".

"Esse hipernúcleo formado, que é um antiestranho, é feito de antimatéria. Essa é a primeira vez em que se conseguiu uma evidência experimental de um anti-hipernúcleo. Ou seja, obtivemos um núcleo que está fora do espaço biparamétrico da tabela periódica. Trata-se, portanto, de antimatéria", explicou Toledo.

Segundo ele, já se havia obtido antiprótons e antielétrons - ou pósitrons. Mas é a primeira vez que se obtém um anti-hipernúcleo, que é algo bem mais complexo e mais raro. "Estamos felizes por termos um grupo [brasileiro] participando do trabalho, porque trata-se de fato de uma descoberta," destacou.

Outro tipo de matéria

Toledo explicou que a reação foi produzida nos mais altos níveis de energia atingidos pelo RHIC. Essa região de alta densidade de energia foi formada pela colisão de dois núcleos de ouro a 200 gigaelétron-volts (GeV).

"Como se trata de um anel de colisão, a energia no centro de massa é de 400 GeV: uma quantidade de energia suficientemente grande para derreter a matéria nuclear e provocar uma transição de fase. Com isso, conseguimos passar da matéria hadrônica para a matéria conhecida como quark-glúon plasma", explicou.

Esse novo estado da matéria nuclear originado da transição de fase, de acordo com Toledo, também foi observado pela primeira vez de forma conclusiva no HRIC. É esse estado que possibilitou a formação da coalescência, produzindo os anti-hipernúcleos.

"Para se ter uma ideia da eficiência do processo, basta dizer que, em 100 milhões de colisões, 70 foram observadas. Para reconhecer essas 70 colisões, foi preciso fazer um trabalho de identificação dessas partículas e de seus descendentes em um meio superpovoado com todas as partículas criadas pela colisão. Algo como encontrar uma agulha em um palheiro. O filtro necessário para detectar essas partículas teve que ser desenhado com extrema precisão", disse.

Descoberta antimatéria que irá criar nova tabela periódica11
"Se estendermos a tabela, podemos encontrar também o número de antiprótons e de antinêutrons no mesmo plano. Com isso, poderíamos criar um terceiro eixo na tabela, que nunca foi observado e é perpendicular aos outros dois: o eixo da estranheza." [Imagem: Star]

Tabela Periódica de antimatéria

A partir desses resultados, segundo Toledo, um dos caminhos possíveis consiste em prosseguir com os experimentos até a construção de uma nova tabela periódica. A próxima meta planejada, de acordo com ele, é a criação de um anti-hélio: uma partícula alfa de antimatéria.

"Quanto mais complexo é o antinúcleo, menor a probabilidade de coalescência. O anti-trítio é composto de três partículas. Mas se quisermos um anti-hélio, vamos precisar de quatro partículas na mesma região do espaço: dois antiprótons e dois antinêutrons. Não será fácil, mas a Cooperação Star irá enveredar por essa direção", afirmou.

Eixo da estranheza

Outro caminho para as investigações, segundo Toledo, consiste em colocar à prova as leis fundamentais da física de partículas. "Por exemplo, sabemos que a tabela periódica até recentemente possuía dois eixos: o número de prótons e o número de nêutrons. Se estendermos a tabela, podemos encontrar também o número de antiprótons e de antinêutrons no mesmo plano. Com isso, poderíamos criar um terceiro eixo na tabela, que nunca foi observado e é perpendicular aos outros dois: o eixo da estranheza."

Nova Tabela Periódica

Para conhecer outros estudos que prometem criar novas tabelas periódicas, veja as matérias

 

Os coautores brasileiros do estudo sobre a antimatéria são, além Toledo, Alexandre Suaide e Marcelo Munhoz - professores do Departamento de Física Nuclear da USP -, Jun Takahashi, professor do Instituto de Física da Unicamp e seus orientandos de doutorado Rafael Derradi de Souza e Geraldo Vasconcelos.

fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

 

Carnaval colorido - uma experiência lisérgica

E num instante, as luzes iluminaram o palco.

E tudo ficou sensivelmente mais nítido e perceptível.
A torneira abriu (explodiu?) e a água disseminou.


Foi então que senti várias camadas ao meu redor, como órbitas de um átomo. Somos todos um grande átomo, pulsando sem parar. E cada um de nós vibra em determinada camada (sintonia).

A conexão com as pessoas fica muito mais evidente. Para as que querem estar próximas, a distância se encurta, para as que se escudam, que têm medo, ou que por alguma outra razão querem se manter afastadas, a distância aumenta de tamanho... mesmo que ela esteja ao nosso lado ! A noção de espaço muda.

Assim como a noção sensorial. Sinto meu corpo quente. A energia é tão intensa que pareço estar em chamas. Pode ser aquilo à que chamam de aura. Energia na sua forma mais pura, irradiando tudo o que se passa conosco. E se a pessoa que se aproxima também emana coisas boas, imediatamente nossas energias se fundem e sinto meu corpo encharcar. O fogo em contato com o fogo que se transforma em água.

Mas ah, o vento, quando chega, me faz estremecer. Cada brisa parece uma tempestade, sacolejando as folhas das árvores circundantes...

As ondas da música que toca, sinto virem direto ao encontro de meu ouvido, redondas. Cada nota revestida de beleza. A música entra pelo ouvido e se distribui por todo corpo. É a música me invadindo.

Dançar sorrindo, apreciando toda beleza vista - mas mal percebida! Dançar inteira, com o corpo e mente em conjunção. Sem se preocupar com nada, entregue àquele momento, àquela música, àquela situação.

Em meio à tantas cores deste mundo fantástico, faço um esforço para me recompor e voltar à realidade. O que me dá segurança é a presença dela, que também embarcou nessa viagem comigo e a quem confio piamente. Me conforta saber que está bem e na mesma vibração que eu. Assim, posso continuar curtindo a good trip.
Juntas, formamos um círculo de luz, que se espalha – ou invade – por todo lugar que passamos. Atraímos todos os olhares: curiosos, espantados, penosos, maliciosos, admirados.

É inevitável ser autêntico. Viro uma torneira aberta, com a água jorrando torrencialmente, sem dosagem. Um perigo para esse mundo acostumado a ser conveniente e falso. Meus reflexos respondem prontamente a todos os tipos de situações. Não há mais máscaras, pois... Não há o que esconder.

Ah, mas que tristeza enxergar seres tão perdidos. Tão iludidos. Acreditam (ou será que fingem?) estar aproveitando da melhor forma... Litros e litros de ilusão. Litros e litros do passaporte para a fuga desse mundo hostil. E a beleza clamando à porta... basta ultrapassar esse portal.
A minha vontade era subir a montanha que protege a cidade. E abraçar a árvore que me lembrava a árvore dos pedidos ou a árvore das almas de Avatar... isso se ela não estivesse dentro de um córrego...

E é nesses momentos que eu pisco e torno a voltar para a realidade. O Lsd 25, a incrível descoberta do Dr. Albert Hofmann, altera e expande nossos sentidos, tanto que nos leva a enxergar e encarar o mundo de forma muito mais simples, amistosa e descompromissada... e é justamente nessa sutileza que está o perigo. Ela pode colocar nossa vida - enquanto matéria - em risco, se não há um mínimo controle mental.

"Quem sou eu?"

"Do que eu gosto de verdade?"

Se você já fez algum desses questionamentos e deseja (e está pronto para) descobrir o que é a sua essência, embarque nessa viagem e desfrute o máximo que puder. Porque a realidade está te esperando aqui, e se você voltar mais forte e consciente, vai conseguir ajudá-la e transforma-la em um lugar um pouco mais habitável.

Imagem 1: Namaste by Alex Grey
Imagem 2: Beatles by Richard Avedon
Imagens 3 e 4: Avatar, James Cameron

No blog tem mais!
 

ISTO É: HOUVE DINHEIRO PÚBLICO NO MENSALÃO. E LULA FOI AVISADO

O Mensalão é um desses casos que envolvem gente poderosa e o não exatamente glorioso sistema jurídico brasileiro, ou seja, nem sempre aquilo de que temos certeza costuma ser "provado" nos tribunais. Mas, dessa vez, conseguiram algumas provas - e documentais - mostrando algo até então negado peremptoriamente pelos réus: o dinheiro usado no esquema era mesmo de administrações públicas.

É o que revela reportagem exclusiva da Revista IstoÉ, disponível nas bancas nesta sexta-feira.

Segundo a reportagem, que teve acesso aos documentos do processo do Mensalão, e se baseia nos autos para trazer os fatos a público, a Prefeitura de Belo Horizonte, então sob o petista Pimentel (hoje um coordenador da campanha de Dilma Rousseff), teria superfaturado contrato (e realizado dispensa ilegítima) para remeter dinheiro ilegalmente ao exterior (ao todo, US$ 80 milhões).

Parte da grana que pagaria Duda Mendonça, coisa que o próprio publicitário reconheceu em depoimento à CPI - por meio da Dusseldorf Company.

Além disso, também apontam a quitação da dívida do PT do Rio Grande do Sul diante das despesas com o Fórum Social Mundial, algo em torno de R$ 1 milhão - dinheiro repassado ao diretório estadual gaúcho. Vejam imagem a seguir (da reportagem exclusiva da IstoÉ):

Outra fonte de dinheiro público seria o Banco do Brasil, inicialmente refutada pelo governo, mas agora severamente implicada pela testemunha Danevita Ferreira de Magalhães. Em testemunho prestado à PF, ela revela que uma campanha encomendada pelo banco à agência DNA, de Marcos Valério, nunca foi realizada. Valor total da brincadeira: R$ 60 milhões. Quando Danevita avisou aos superiores da não-execução do contrato, foi afastada de suas funções. E o Instituto de Criminalística da PF, segundo a revista, possui laudos comprovando mais desvios oriundos do BB.

Ex-Ministros Desmentem Lula: Ele Foi Avisado
Além de derrubar a tese petista (todos sabíamos furada, mas até então sem provas), o inquérito também desmente a versão de Lula. Nada menos que TRÊS ex-ministros desmentem a história contada pelo Presidente, alegando ter sabido do Mensalão apenas quando surgiram as denúncias. São eles: Aldo Rebelo, Marcio Thomaz Bastos e Walfrido dos Mares Guia.

Sim, Lula sabia. Perante o juízo, os ex-ministros assim depuseram:

Tudo isso, vale reiterar, foi dito na condição de TESTEMUNHAS em processo judicial, não são declarações para a imprensa, gravações sigilosas nem nada do tipo. São documentos oficiais, e ASSINADOS pelos três.

FHC e José Alencar depuseram em juízo - o vice-presidente enviou depoimento por escrito. Lula, embora convocado, usa a prerrogativa do cargo para não depor.

Quanto ao mais, e para mais detalhes, sugiro a leitura da reportagem da edição desta semana da IstoÉ (não está disponível online, apenas nas bancas e, por razões óbvias, não vou scannear tudo).

E nem venham falar em "escândalo requentado", pois prova documental de dinheiro público e prova testemunhal em juízo de TRÊS ex-ministros, dizendo que Lula SABIA do Mensalão, desculpem, é novidade. E grave.

 

fonte: interney.net/blogs/imprensamarrom

fonte: www.istoe.com.br

 

 

Bacon e ovos tornam os bebês mais inteligentes

Cientistas da Universidade da Carolina do Norte descobriram um micronutriente, a colina, que auxilia no desenvolvimento de partes do cérebro do bebê ligados à memória e ao reconhecimento, enquanto eles ainda estão na barriga das mães. O estudo, feito em ratos, comprovou que havia diferenças genéticas no cérebro daqueles que que receberam grande quantidade deste nutriente. Outros alimentos, que contém essa substância, também deixam os bebês mais inteligentes como o leite, nozes, fígado e frango.

 


com isso tudo concluo a seguinte frase (com todo respeito a alguns amigos próximos): #CHUPA VEGETARIANOS

fonte: Super Interessante

 

WWF aponta Cuba como único país com desenvolvimento sustentável

Cuba é o único país do mundo com desenvolvimento sustentável, segundo o relatório bienal apresentado hoje pela organização WWF em Pequim, e que afirma que o ecossistema "está se degradando a um ritmo sem precedentes na história".

De acordo com o relatório, elaborado pela WWF a cada dois anos e que foi apresentado pela primeira vez na capital chinesa, se as coisas continuarem como estão, por volta de 2050 a humanidade precisaria consumir os recursos naturais e a energia equivalente a dois planetas Terra.

É um círculo vicioso: os países pobres produzem um dano per capita à natureza muito menor, mas, à medida que vão se desenvolvendo (exemplos de China e Índia), o índice vai aumentando a níveis insustentáveis pelo planeta.

A WWF elaborou em seu relatório um gráfico no qual sobrepõe duas variáveis: o índice de desenvolvimento humano (estabelecido pela ONU) e o "rastro ecológico", que indica a energia e recursos por pessoa consumidos em cada país.

Surpreendentemente, apenas Cuba tem nos dois casos níveis suficientes que permitem que o país seja considerado que "cumpre os critérios mínimos" para a sustentabilidade.

"Não significa, certamente, que Cuba seja um país perfeito, mas é o que cumpre as condições", disse à Efe, Jonathan Loh, um dos autores do estudo.

"Cuba alcança um bom nível de desenvolvimento, segundo a ONU, graças a seu alto nível de alfabetização e expectativa de vida bastante alta, enquanto seu 'rastro ecológico' não é grande, por ser um país com baixo consumo de energia", acrescentou Loh, que apresentou o estudo em Pequim.

De fato, a região latino-americana em geral parece ser a que está mais perto da sustentabilidade, já que outros países como Brasil ou México estão perto dos mínimos necessários, frente à situação de regiões como África -- com baixo consumo energético, mas muito subdesenvolvida -- e Europa, onde ocorre o inverso.

"Não sei exatamente a que se deve este fato (a boa situação da América Latina), mas é possível perceber que é ali onde as pessoas parecem mais felizes, e talvez se deva ao maior equilíbrio entre desenvolvimento e meio ambiente", disse o autor do estudo.

Apesar das boas vibrações transmitidas pelo bloco latino, a situação global mostrada pelo relatório da WWF é desanimadora. Por exemplo, o número de espécies de animais vertebrados caiu 30% nos últimos 33 anos.

O rastro deixado pelo homem é tamanho que "são consumidos recursos em tempo muito rápido, que impede a Terra de recuperá-los", disse o diretor-geral da WWF, James Leape, que também participou da apresentação do relatório em Pequim.

O "rastro ecológico" do homem, seu consumo de recursos, triplicou segundo a WWF entre 1961 e 2003, por isso o ser humano já pressiona o planeta 25% a mais do que o processo regenerativo natural da Terra pode suportar.

Além disso, há uma piora da situação, apesar de esforços como o Protocolo de Kioto. No relatório da WWF anterior, publicado em 2004, o impacto do homem ultrapassava em 21% a capacidade de regeneração do planeta.

O novo relatório da organização coloca na "lista negra" de países com alto consumo per capita de energia e recursos os Emirados Árabes Unidos, EUA, Finlândia, Canadá, Kuwait, Austrália, Estônia, Suécia, Nova Zelândia e Noruega.

O fato de o relatório ter sido apresentado na China mostra a importância que a WWF dá ao futuro da economia asiática, pois a forma como escolher se desenvolver "é fundamental para que o mundo avance rumo ao desenvolvimento sustentável".

Apesar de China ser o segundo maior emissor mundial de gases poluentes, devido à grande população seu "rastro ecológico" per capita é muito baixo em comparação aos países mais desenvolvidos, o que ocorre também no caso da Índia.

O especialista Jiang Yi, da universidade pequinesa de Tsinghua, disse no ato realizado em Pequim que uma das chaves para melhorar o consumo de recursos e energia na China é "desenvolver um sistema rural de equilíbrio energético" e investigar alternativas de calefação e ar condicionado para as casas chinesas.

 

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1323118-5603,00.html

 

Artigo Marcelo Tas: Porque não sou petista!

Texto de Marcelo Tas em seu blog

Por não ser petista, sempre fui considerado “de direita” ou “tucano” pelos meus amigos do falecido Partido dos Trabalhadores.

Vejam, nunca fui “contra” o PT. Antes dessa fase arrogante mercadântica-genoínica, tinha respeito pelo partido e até cheguei a votar nos “cumpanheiro”. A produtora de televisão que ajudei a fundar no início da década de 80, a Olhar Eletrônico, fez o primeiro programa de TV do PT. Do qual aliás, eu não participei.

Desde o início, sempre tive diferenças intransponíveis com o Partido dos Trabalhadores. Vou citar duas.

Primeira: nunca engoli o comportamento homossexual dos petistas. Explico: assim como os viados, os petistas olham para quem não é petista com desdém e falam: deixa pra lá, um dia você assume e vira um dos nossos.

Segunda: o nome do partido. Por que “dos Trabalhadores”? Nunca entendi. Qual a intenção? Quem é ou não é “trabalhador”? Se o PT defende os interesses “dos Trabalhadores”, os demais partidos defendem o interesse de quem? Dos vagabundos?

E o pior, em sua maioria, os dirigentes e fundadores do PT nunca trabalharam. Pelo menos, quando eu os conheci, na década de 80, ninguém trabalhava. Como não eram eleitos para nada, o trabalho dos caras era ser “dirigentes do partido”. Isso mesmo, basta conferir o currículum vitae deles.

Repare no choro do Zé Genuíno quando foi ejetado da presidência do partido. Depois de confessar seus pecadinhos, fez beicinho para a câmera e disse que no dia seguinte ia ter que descobrir quem era ele. Ia ter “que sobreviver” sem o partido. Isso é: procurar emprego. São palavras dele, não minhas.

Lula é outro que se perdeu por não pegar no batente por mais de 20, talvez 30 anos… Digam-me, qual foi a última vez, antes de virar presidente, que Luis Ignácio teve rotina de trabalhador? Só quando metalúrgico em São Bernardo. Num breve mandato de deputado, ele fugiu da raia. E voltou pro salarinho de dirigente de partido. Pra rotina mole de atirar pedra em vidraça.

Meus amigos petistas espumavam quando eu apontava esse pequeno detalhe no curriculum vitae do Lula. O herói-mor do Partido dos Trabalhadores não trabalhava!!!
Peço muita calma nessa hora. Sem nenhum revanchismo, analisem a enrascada em que nosso presidente se meteu e me respondam. Isso não é sintoma de quem estava há muito tempo sem malhar, acordar cedo e ir para o trabalho. Ou mesmo sem formar equipes e administrar os rumos de um pequeno negócio, como uma padaria ou de um mísero botequim?

Para mim, os vastos anos de férias na oposição, movidos a cachaça e conversa mole são a causa da presente crise. E não o cuecão cheio de dólares ou o Marcos Valério. A preguiça histórica é o que justifica o surto psicótico em que vive nosso presidente e seu partido. É o que justifica essa ilusão em Paris….misturando champanhe com churrasco ao lado do presidente da França…outro que tá mais enrolado que espaguete.

Eu não torço pelo pior. Apesar de tudo, respeito e até apoio o esforço do Lula para passar isso tudo a limpo. Mesmo, de verdade.

Mas pelamordedeus, não me venham com essa história de que todo mundo é bandido, todo mundo rouba, todo mundo sonega, todo mundo tem caixa 2…

Vocês, do PT, foram escolhidos justamente porque um dia conseguiram convencer a maioria da população (eu sempre estive fora desse transe) de que vocês eram diferentes. Não me venham agora querer recomeçar o filme do início jogando todos na lama. Eu trabalho desde os 15 anos. Nunca carreguei dinheiro em mala. Nunca fui amigo dessa gente.

Pra terminar uma sugestão para tirar o PT da crise. Juntem todos os “dirigentes”, “conselheiros”, “tesoureiros”, “intelectuais” e demais cargos de palpiteiros da realidade numa grande plenária. Juntos, todos, tomem um banho gelado, olhem-se no espelho, comprem o jornal, peguem os classificados e vão procurar um emprego para sentir a realidade brasileira.

Vai lhes fazer muito bem. E quem sabe depois de alguns anos pegando no batente, vocês possam finalmente, fundar de verdade um partido de trabalhadores.

Marcelo é jornalista, autor e diretor de TV. Entre suas obras destacam-se; participação na criação das séries “Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura e o “Programa Legal”, na TV Globo. Atualmente é âncora do CQC, editado pela TV Band.

marcelotas.blog.uol.com.br

Fonte: Tucano.org e williamferraz.com.br

 


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