Dogons/ÁFRICA - Conhecimentos de outro mundo (Avançada Civilização Mais antiga do Planeta)

NÃO ESTÁ NOS LIVROS E NUNCA FOI PASSADO NAS ESCOLAS BRASILEIRAS.

Os conhecimentos cosmogônicos, astronômicos, matemáticos, metafísicos, filosóficos, biológicos dos dogon não são limitados a simplórias observações visuais do céu ou chamadas observações empíricas da vida. Com grande profundidade sempre souberam, por exemplo, a função do oxigênio no corpo e aspectos do sistema circulatório humano, conhecimentos que a ciência ocidental só descobriu em tempos modernos. Conheceram também os mistérios das principais estrelas do céu, das luas do Sistema Solar sem nunca terem manipulado telescópios. 

Neste artigo iremos falar sobre uma das mais importantes civilizações do planeta, ela tem deixado o EUROCENTRISMO sem respostas, gerado especulações e fantasias de cientistas e ficcionistas brancos que afirmam que o conhecimento dos dogon por ser tão profundo só pode ter sido ensinado por extraterrestres. 

O conhecimento Dogon foi pesquisado por muitos anos, ainda assim os EUROCÊNTRICOS não conseguem entender a RIQUEZA destes conhecimentos ocultos, que são apresentados paulatinamente em diferentes estágios de iniciação, e que são atingidos apenas pelos excepcionalmente dotados. 

Um dos maiores mistérios da civilização dogon está no seu conhecimento das estrelas e sua tradição astronômica remonta pelo menos 5.000 anos. Os sumos sacerdotes já tinham conhecimento profundo dos astros, incluindo Sirius, bem ANTES DE SEREM DETECTADOS PELOS TELESCÓPIOS MODERNOS.A história dos dogons e de seu avançado conhecimento sobre a estrela Sírius permanece um mistério.

A civilização dos Dogon está situada no Mali e uma pequenina parcela populacional em Burkina Fasso e Costa do Marfim, países da Costa Ocidental da África.

O deus Amma, em seguida, modelou duas cerâmicas brancas, simbolizando o sol e a lua. Além disso, os altos sacerdotes sabem há muito tempo que Sirius é acompanhada por outra estrela, conhecida pelos astrônomos como Sirius B. O que é extraordinário é que durante vários séculos, toda a cosmogonia dos Dogon é controlada por Sirius B.

A existência de Sirius B só foi inferida a existir através de cálculos matemáticos realizados por Friedrich Bessel em 1844 e identificado como uma anã branca, em 1915.

Os sábios dogon desenham o chão com varas voltadas para o céu, representando-as.

Esta estrela leva 50 anos para ir ao redor de Sirius e comemoram este evento a cada 50 anos na festa de "Sigui" para regenerar o mundo. O calendário Dogon é completamente não-tradicional em que o seu ciclo de cinqüenta anos não se baseia na rotação da Terra em torno do Sol (como é o nosso calendário Juliano), nem os ciclos da Lua (um calendário lunar). Em vez disso, os centros Dogon de cultura se baseiam em torno do ciclo de rotação de Sírius B, que circunda a principal estrela Sirius A cada 49,9 - ou 50 anos.

Para incluir esta estrela menor, os Dogon escolhem o menor objeto em sua posse: a semente da variedade de grãos de milheto fonio como seu principal alimento.

Em sua língua, "Po Tolo” (Sirius B) é pequeno em tamanho, mas muito pesado. Sabe-se desde 1920 que as anãs brancas embora pequenas tenham uma densidade incrível. As tradições orais ensinam que há milhares de anos a Terra gira em torno do Sol e que Júpiter tem quatro satélites principais e Saturno tem anéis, e as estrelas são corpos em movimento perpétuo. Eles também sabiam que a lua é um planeta morto de natureza deserta e infecunda.

Por gerações, os sacerdotes ensinam que a Via Láctea é animado por um movimento em espiral, que participa no nosso sistema solar.

Outro fato fenomenal são os argumentos de que Sirius seria acompanhado, não de uma estrela, mas de duas estrelas. Denominam PoTolo, e desenhavam, com exata precisão, a sua órbita elíptica em torno de Sírio. Projetaram corretamente a sua trajetória até o ano 1990, em desenhos que conferem precisamente com o curso projetado pela astronomia moderna.

Em 1950, dois antropólogos franceses, Marcel Griaule e Germaine Dieterlen, declararam que a Sirius B, embora absolutamente invisíveis a olho nu, foi durante séculos a espinha dorsal da cosmologia celeste dos Dogon.

O autor Robert Temple descreve o Nommo como seres anfíbios enviados para a Terra do sistema estelar de Sirius para o benefício da humanidade. Eles se parecem com Tritões, sereias e Mermens. Estes estrangeiros supostamente vieram do sistema estelar de Sírius.

A nave mergulhou do céu e aportou em algum lugar a noroeste da pátria dos Dogon.

A Mitologia Dogon é baseada em uma unidade dualizada - ou uma uni-dualidade original - representada por uma infinitamente pequena forma de vida átomo (kize uzi), que se transforma no ovo do mundo (ADUNO talu), de onde o cosmos vem. Este átomo é simbolizado na terra, na semente da Digitaria exilis. Segundo a mitologia é conhecido como Po, e o Supremo Criador do Universo, Amma, fez o universo inteiro explodir um único grão de fonio, localizado no interior do ovo "do mundo".

A mitologia Dogon é mais ANTIGA do que a EGÍPCIA e a GREGA. Os Dogon explicam a sua mitologia através dos símbolos matemáticos. Quando falam da criação se referem ao Senhor Supremo chamado Amma, o Deus do céu e criador do universo e o aparecimento de pares de gêmeos que se tornaram os ancestrais do povo Dogon.

 

ARTE DOGON*

Os artesãos Dogon estão entre os melhores escultores do mundo. O chefe de cada família deve cuidar das figuras de culto de madeira em que os espíritos de seus ancestrais habitam e alimentá-los regularmente com milheto e de sangue para assegurar a fertilidade dos campos, o retorno das chuvas sazonais e à saúde das pessoas.

 

A MELANINA (COR DA PELE) tem a capacidade de captar todos os tipos de freqüências de energia e por isso os Dogon em virtude de sua melanina são capazes de captar vibrações de Sirius B como se possuíssem telescópios infravermelhos. A melanina deu aos antigos habitantes de khemet (Egito) e outros pretos de civilizações antigas a percepção extra-sensorial, psi e a capacidade de prever o futuro. Por isso que o povo preto é o mais espiritual de toda a humanidade, criado a imagem e semelhança de Yah, sendo os primeiros humanos a desenvolver tecnologias, filosofias, ciências e a observar as estrelas e desvendar os seus segredos.